Apoiadores e amigos do Idec,
A má qualidade da banda larga é um sofrimento para o brasileiro. Apesar das inúmeras reclamações dos
consumidores, não há norma que regule a qualidade do acesso à internet no País. As
empresas de banda larga só garantem 10% da velocidade contratada e algumas nem se
comprometem com uma capacidade mínima!
Há um lobby poderoso das prestadoras do serviço para que as coisas continuem assim. Porém, temos
agora uma oportunidade real de mudar a situação - o Conselho Diretor da Anatel tem
de votar até o final de outubro uma regulação que definirá os padrões de qualidade
da banda larga brasileira.
Ajude a fazer os interesses dos consumidores prevalecerem sobre os abusos das empresas!
Envie uma mensagem para o Conselho Diretor da Anatel agora:
www.idec.org.br/campanhas/qualidadeja
Recentemente a Anatel colocou em consulta pública uma proposta de regulamento de qualidade que
estabelece limites máximos de variação da velocidade contratada, obrigação de a empresa fornecer um
software certificado para a medição da qualidade da conexão, teto máximo de ocupação da rede, além
de critérios de atendimento ao consumidor. A resolução final depende da aprovação Conselho
Diretor. O único obstáculo são as empresas de telecom, que estão fazendo pressão por uma
regulação fraca.
O Conselho Diretor da Anatel se reúne toda quinta-feira e deverá aprovar o
regulamento de qualidade em menos de um mês. Vamos nos unir para bombardear os
conselheiros Ronaldo Sardenberg, Emília Ribeiro, João Rezende e Jarbas Valente com
mensagens de internautas-consumidores exigindo uma regulação firme!
O acesso à rede que tanto sonhamos para o Brasil depende disso. Só com qualidade a
internet pode realizar todo o seu potencial de acesso à informação e concretização de direitos
fundamentais. Baixa velocidade, problemas de estabilidade, pouca transparência na prestação do
serviço e mau atendimento do consumidor não fazem parte da banda larga que queremos. Envie
uma mensagem para a Anatel:
www.idec.org.br/campanhas/qualidadeja
Toda quinta-feira é “Dia de Pressão na Anatel”. Não se esqueça de enviar mensagens
todas as quintas até o fim do mês. E não se esqueça de publicar o link da campanha no
Twitter e Facebook. Agora é hora de mostrarmos que os consumidores estão bem informados e prontos
para brigarem pelos seus direitos. - divulgue esta campanha!
Por uma banda larga de qualidade,
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
CRISE MUNDIAL
CICLO DO CONHECIMENTO UCB
Um dia feito para quem quer crescer.
A Central de Inteligência Acadêmica e ICPA - Instituto Cidadania Paz & Ação junto com IESDE Brasil, realizaram no dia 14 de março de 2009, na sede da CIA, no Colégio Marista São Luís, palestra com o tema a (CRISE MUNDIAL: origens, contornos e perspectivas).
O Palestrante era o Dr. LUÍS PAULO ROSENBERG, bacharel em Economia pela Universidade de São Paulo, mestre e PhD em Economia pela Vanderbilt University at Nashville (1976). No governo Figueiredo atuou como assessor do Ministro Delfim Netto, foi encarregado da área de ciências e tecnologia, dos investimentos na área de energia e membro da equipe de negociação com o FMI. Foi também assessor econômico do presidente José Sarney. Atualmente é presidente da Rosenberg Consultores Associados, sócio-gerente da Rosenberg Partners Consultores Empresariais Ltda., professor do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica). Possui diversos trabalhos que foram apresentados em fóruns nacionais e internacionais com publicação em veículos especializados.
Conforme explicado pelo coordenador da CIA Jamal Harfoush e o Presidente da ICPA, Sr. Ervino Rodrigues Martins, “o mundo só fala sobre a crise mundial, e nós da CIA e ICPA, acreditamos que é muito interessante abordar o tema para nosso público”.
Vale destacar que entre os convidados esteve o vereador de Santa Cruz do Sul, o Sr. Nasário Eliseu Bohnen, ex-secretário da Educação, coordenador regional do IESDE, coordenador comercial do IESDE, advogados, professores, estudantes, servidores público e outras personalidades da região.
A palestra será retransmitida na TV. (veja programação)
Assessoria de Imprensa
CENTRAL DE INTELIGÊNCIA ACADÊMICA
51 9211.4735 - 51 3056.4506
Um dia feito para quem quer crescer.
A Central de Inteligência Acadêmica e ICPA - Instituto Cidadania Paz & Ação junto com IESDE Brasil, realizaram no dia 14 de março de 2009, na sede da CIA, no Colégio Marista São Luís, palestra com o tema a (CRISE MUNDIAL: origens, contornos e perspectivas).
O Palestrante era o Dr. LUÍS PAULO ROSENBERG, bacharel em Economia pela Universidade de São Paulo, mestre e PhD em Economia pela Vanderbilt University at Nashville (1976). No governo Figueiredo atuou como assessor do Ministro Delfim Netto, foi encarregado da área de ciências e tecnologia, dos investimentos na área de energia e membro da equipe de negociação com o FMI. Foi também assessor econômico do presidente José Sarney. Atualmente é presidente da Rosenberg Consultores Associados, sócio-gerente da Rosenberg Partners Consultores Empresariais Ltda., professor do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica). Possui diversos trabalhos que foram apresentados em fóruns nacionais e internacionais com publicação em veículos especializados.
Conforme explicado pelo coordenador da CIA Jamal Harfoush e o Presidente da ICPA, Sr. Ervino Rodrigues Martins, “o mundo só fala sobre a crise mundial, e nós da CIA e ICPA, acreditamos que é muito interessante abordar o tema para nosso público”.
Vale destacar que entre os convidados esteve o vereador de Santa Cruz do Sul, o Sr. Nasário Eliseu Bohnen, ex-secretário da Educação, coordenador regional do IESDE, coordenador comercial do IESDE, advogados, professores, estudantes, servidores público e outras personalidades da região.
A palestra será retransmitida na TV. (veja programação)
Assessoria de Imprensa
CENTRAL DE INTELIGÊNCIA ACADÊMICA
51 9211.4735 - 51 3056.4506
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
NOTA DE DESPEDIDA E AGRADECIMENTO
“Como é difícil acordar calado
Se na calada da noite eu me dano
Quero lançar um grito desumano
Que é uma maneira de ser escutado”
(Chico Buarque)
O mercado está cada vez mais competitivo e exigente. Com isso, o empresário que busca o pleno sucesso de sua empresa não vai conseguir se não estiver atento às alterações legislativas, cujo cumprimento garante aos seus clientes a certeza da qualidade e da segurança de seus produtos e serviços colocados no mercado.
Foi nesse sentido que procuramos pautar nossa atuação no Edecon, de um lado resolver as pendências do consumidor, de outro lado tentando valorizar aqueles comerciantes sérios com postura correta.
Nesse sentido gostaria de, nas pessoas dos Gerentes das Lojas Multisom e Lojas Lebes, não só por não terem recebido nenhuma Notificação nossa nesse tempo todo, mas por suas preocupações em respeitar os consumidores tendo comparecido a todos os nossos eventos destinados aos lojistas, deixar o nosso muito obrigado a todos os lojistas sérios e honestos, pela sua compreensão com nossa atuação.
Aos consumidores que tiveram a paciência, mesmo depois de terem sido humilhados pelos maus e criminosos fornecedores, que mesmo políticamente fortes são uma pequeníssima minoria, de aguardar por nosso atendimento, nosso sincero agradecimento.
Aos excelentes parceiros que tivemos durante esse período, Ministérios Público Estadual e Federal, Brigada Militar, Policia Civil, Balcão Itinerante da UNISC, CIA, Voluntários do Instituto Cidadania, SENAC, Grupos Gazeta do Sul, Riovale Jornal e RBS, nosso Muito Obrigado pela colaboração.
Também foi uma grande honra ter trabalhado com pessoas tão especiais, como a Falecida Colega Mara, o Sírio a Malu e mais Recentemente com o Matheus, todos demonstraram o seu grande caráter e competência.
Foi um grande prazer ver os consumidores sempre triunfarem perante as injustiças que sofreram.
Saio por determinação de meus superiores, mas com a consciência tranqüila, como sempre foi nesses mais de 25 anos de serviço público, e com a certeza do dever plenamente cumprido.
Santa Cruz do Sul, 12 de agosto de 2011.
Adm. Ervino R. Martins
Se na calada da noite eu me dano
Quero lançar um grito desumano
Que é uma maneira de ser escutado”
(Chico Buarque)
O mercado está cada vez mais competitivo e exigente. Com isso, o empresário que busca o pleno sucesso de sua empresa não vai conseguir se não estiver atento às alterações legislativas, cujo cumprimento garante aos seus clientes a certeza da qualidade e da segurança de seus produtos e serviços colocados no mercado.
Foi nesse sentido que procuramos pautar nossa atuação no Edecon, de um lado resolver as pendências do consumidor, de outro lado tentando valorizar aqueles comerciantes sérios com postura correta.
Nesse sentido gostaria de, nas pessoas dos Gerentes das Lojas Multisom e Lojas Lebes, não só por não terem recebido nenhuma Notificação nossa nesse tempo todo, mas por suas preocupações em respeitar os consumidores tendo comparecido a todos os nossos eventos destinados aos lojistas, deixar o nosso muito obrigado a todos os lojistas sérios e honestos, pela sua compreensão com nossa atuação.
Aos consumidores que tiveram a paciência, mesmo depois de terem sido humilhados pelos maus e criminosos fornecedores, que mesmo políticamente fortes são uma pequeníssima minoria, de aguardar por nosso atendimento, nosso sincero agradecimento.
Aos excelentes parceiros que tivemos durante esse período, Ministérios Público Estadual e Federal, Brigada Militar, Policia Civil, Balcão Itinerante da UNISC, CIA, Voluntários do Instituto Cidadania, SENAC, Grupos Gazeta do Sul, Riovale Jornal e RBS, nosso Muito Obrigado pela colaboração.
Também foi uma grande honra ter trabalhado com pessoas tão especiais, como a Falecida Colega Mara, o Sírio a Malu e mais Recentemente com o Matheus, todos demonstraram o seu grande caráter e competência.
Foi um grande prazer ver os consumidores sempre triunfarem perante as injustiças que sofreram.
Saio por determinação de meus superiores, mas com a consciência tranqüila, como sempre foi nesses mais de 25 anos de serviço público, e com a certeza do dever plenamente cumprido.
Santa Cruz do Sul, 12 de agosto de 2011.
Adm. Ervino R. Martins
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Imagem negativa da velhice
Sou da mesma opinião que o conceito da velhice é, assim, uma construção social realizada em um contexto cultural e histórico específico. A velhice, então, se situaria no mesmo patamar da infância e da adolescência, de igual modo construções sociais dependentes de parâmetros socioculturais específicos em diferentes sociedades.
Se verificarmos há pouco tempo atrás a preocupação com a infância e a adolescência promoveu avanços significativos em relação tanto a redução da mortalidade infantil, quanto da violência. Não se tinha uma preocupação tão expressiva como a que se tem hoje, o próprio estado era omisso em relação tanto a mortalidade como a violência, principalmente de crianças menores. Indubitavelmente o fator econômico por sermos uma sociedade consumista favoreceu essa preocupação. Como a população era preponderantemente de jovens, houve o incentivo a esse debate, inclusive no meio publicitário sempre foi dito que comercial com crianças vendia mais. Já a questão do idoso foi relevado a segundo plano.
Toda concentração de esforços foi nesse sentido, o bom é o jovem, o investimento publicitário, os modelos utilizados eram todos idealizados em cima desse público. E as políticas públicas também seguiram nesse sentido. Existe toda uma preocupação em cima do atendimento das necessidades de crianças e adolescentes, porque sabem que qualquer ação ou omissão perversa será imediatamente combatida pela rede de proteção implantada. Ocorre que em relação ao Idoso isso ainda não foi feito, permanece essa construção do ultrapassado, fora de uso, desnecessário, etc... Não foram criadas ainda essa consciência da importância que a colaboração do idoso tem para o desenvolvimento de uma nação.
Acho que já está mais do que na hora de o pais acordar, enquanto há tempo, para a realidade. Está ocorrendo recém a primeira fase que é mais aquela velha história de combater as conseqüências do descaso, do abandono, ao invés de combater as suas causas. Construção de alguns asilos públicos, quando muito, apenas para abrigar os que tenham sido abandonados. Multiplicam-se os abrigos privados, sem fiscalização efetiva das condições, que servem apenas para abocanharem os míseros trocados das aposentadorias. Só não existem mais idosos abandonados justamente por isso, a aposentadoria dos mesmos que acabam sendo o sustento de muitas famílias que por isso mesmo os mantém na casa, também sendo explorados.
O Brasil tem que acordar para essa realidade enquanto há tempo, para evitar o que está ocorrendo com os países desenvolvidos, a exemplo do Canadá, que está realizando feiras no Brasil para atrair principalmente profissionais qualificados e com família com filhos, para irem trabalhar e fixar residência lá, pois o pais envelheceu e se descuidou do seu equilíbrio populacional. Quer dizer para resolverem o problema deles querem aumentar o nosso.
Praticamente todos os países que assumiram essa postura se deram mal. Simplesmente copiar modelos e aplicá-los sem levar em conta as características especificas da população quase sempre não acaba bem. A china tentou o controle de natalidade, hoje enfrenta sérios problemas de violência, devido à grande diferença no número de homens em relação a mulheres, pois como a cultura valoriza o filho homem em detrimento da filha mulher e cada casal só pode ter um filho, as filhas mulheres “acabavam não nascendo”. Esse controle de natalidade em vários países que tentam implantar, e que o Brasil parece ter copiado, ocorre o reverso do que o pretendido tentam incentivar a ter menos filhos para diminuir as despesas com as famílias pobres, porém o controle só da certo nas famílias de classe média e alta, que teriam justamente as condições de manter filhos. A redução efetivamente até pode ocorrer, mais em grau bem menor nas famílias humildes. Enquanto nas mais abastadas ela é bem mais significativa. E é ai que se acelera ainda mais o envelhecimento da população do pais a ponto de ele ter que apelar para a imigração. Esse é um dos grandes problemas que pode ocorrer no Brasil, o governo não consegue dar a educação e a qualificação para a classe humilde e a classe média e alta que poderiam investir em educação dos jovens tem poucos filhos. Ocorre que o pais necessita de Técnicos qualificados e a população de classe humilde não consegue se qualificar.
Para suprir essa falta ele poderia contar justamente com a qualificação do idoso, no entanto esse idoso está relevado a segundo plano.
Acho sim, que se o pais acordar e começar a valorizar, criar uma rede de proteção efetiva, com políticas públicas mais efetivas, com isso o próprio mercado ira acordar, pois ira se dar conta disso que o idoso tem um valor comercial, que está se tornando maioria, e alavancar a valorização da importância do idoso e a rede de proteção será mais efetiva.
Se verificarmos há pouco tempo atrás a preocupação com a infância e a adolescência promoveu avanços significativos em relação tanto a redução da mortalidade infantil, quanto da violência. Não se tinha uma preocupação tão expressiva como a que se tem hoje, o próprio estado era omisso em relação tanto a mortalidade como a violência, principalmente de crianças menores. Indubitavelmente o fator econômico por sermos uma sociedade consumista favoreceu essa preocupação. Como a população era preponderantemente de jovens, houve o incentivo a esse debate, inclusive no meio publicitário sempre foi dito que comercial com crianças vendia mais. Já a questão do idoso foi relevado a segundo plano.
Toda concentração de esforços foi nesse sentido, o bom é o jovem, o investimento publicitário, os modelos utilizados eram todos idealizados em cima desse público. E as políticas públicas também seguiram nesse sentido. Existe toda uma preocupação em cima do atendimento das necessidades de crianças e adolescentes, porque sabem que qualquer ação ou omissão perversa será imediatamente combatida pela rede de proteção implantada. Ocorre que em relação ao Idoso isso ainda não foi feito, permanece essa construção do ultrapassado, fora de uso, desnecessário, etc... Não foram criadas ainda essa consciência da importância que a colaboração do idoso tem para o desenvolvimento de uma nação.
Acho que já está mais do que na hora de o pais acordar, enquanto há tempo, para a realidade. Está ocorrendo recém a primeira fase que é mais aquela velha história de combater as conseqüências do descaso, do abandono, ao invés de combater as suas causas. Construção de alguns asilos públicos, quando muito, apenas para abrigar os que tenham sido abandonados. Multiplicam-se os abrigos privados, sem fiscalização efetiva das condições, que servem apenas para abocanharem os míseros trocados das aposentadorias. Só não existem mais idosos abandonados justamente por isso, a aposentadoria dos mesmos que acabam sendo o sustento de muitas famílias que por isso mesmo os mantém na casa, também sendo explorados.
O Brasil tem que acordar para essa realidade enquanto há tempo, para evitar o que está ocorrendo com os países desenvolvidos, a exemplo do Canadá, que está realizando feiras no Brasil para atrair principalmente profissionais qualificados e com família com filhos, para irem trabalhar e fixar residência lá, pois o pais envelheceu e se descuidou do seu equilíbrio populacional. Quer dizer para resolverem o problema deles querem aumentar o nosso.
Praticamente todos os países que assumiram essa postura se deram mal. Simplesmente copiar modelos e aplicá-los sem levar em conta as características especificas da população quase sempre não acaba bem. A china tentou o controle de natalidade, hoje enfrenta sérios problemas de violência, devido à grande diferença no número de homens em relação a mulheres, pois como a cultura valoriza o filho homem em detrimento da filha mulher e cada casal só pode ter um filho, as filhas mulheres “acabavam não nascendo”. Esse controle de natalidade em vários países que tentam implantar, e que o Brasil parece ter copiado, ocorre o reverso do que o pretendido tentam incentivar a ter menos filhos para diminuir as despesas com as famílias pobres, porém o controle só da certo nas famílias de classe média e alta, que teriam justamente as condições de manter filhos. A redução efetivamente até pode ocorrer, mais em grau bem menor nas famílias humildes. Enquanto nas mais abastadas ela é bem mais significativa. E é ai que se acelera ainda mais o envelhecimento da população do pais a ponto de ele ter que apelar para a imigração. Esse é um dos grandes problemas que pode ocorrer no Brasil, o governo não consegue dar a educação e a qualificação para a classe humilde e a classe média e alta que poderiam investir em educação dos jovens tem poucos filhos. Ocorre que o pais necessita de Técnicos qualificados e a população de classe humilde não consegue se qualificar.
Para suprir essa falta ele poderia contar justamente com a qualificação do idoso, no entanto esse idoso está relevado a segundo plano.
Acho sim, que se o pais acordar e começar a valorizar, criar uma rede de proteção efetiva, com políticas públicas mais efetivas, com isso o próprio mercado ira acordar, pois ira se dar conta disso que o idoso tem um valor comercial, que está se tornando maioria, e alavancar a valorização da importância do idoso e a rede de proteção será mais efetiva.
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